12 de outubro de 2013

Roteiros Turísticos para o Irã


Decidir o roteiro para um país tão distante e tão pouco conhecido não é uma tarefa fácil.
Coloquei então abaixo uma lista de cidades sugestivas, classificados de forma diversa, para o viajante começar a se familiarizar com os nomes e com o que irá encontra.

  • Cidades turísticas mais famosas (Must see!): Esfahan, Shiraz (Persépolis) e Yazd.
  • Arquitetura Persa (casas tradicionais): Kashan
  • Compras: Esfahan (onde você encontra artesanatos do país inteiro) e Hamadan (a "capital" da cerâmica).
  • Deserto: Kerman e Yazd.
  • Metrópole: Teerã (cerca de 14 milhões de habitantes).
  • Natureza exuberante: Qeshm (ilha no Golfo Pérsico)
  • Turismo religioso (grandes mesquitas): Mashhad e Qom.
  • Popular entre iranianos: Kish - a "mini Dubai" iraniana (ilha no Golfo Pérsico).
  • Vilarejos típicos: Kandovan (nas proximidades de Tabriz), Abiyaneh (nas proximidades de Kashan, entre Esfahan e Teerã) e Masuleh (na região do mar Cáspio).


Vir ao Irã com pouco tempo é um pena, pois o país oferece uma diversidade para qualquer viajante se ocupar por meses. Faça um esforço para que suas férias na Pérsia tenham pelo menos 10 dias. Você não irá se arrepender!

O Irã é um país belo e seguro para se viajar, apesar de seus vizinhos Afeganistão, Iraque e Paquistão permanecerem em conflitos internos há anos.


Capítulo introdutório do guia Lonely Planet (gratuito): baixe aqui!

Dicas de viagem para o Irã - clique aqui!



5 de outubro de 2013

Restaurantes vegetarianos no Irã


Para complementar a postagem que já escrevi sobre o assunto Vegetarianismo no Irã, segue abaixo uma lista de restaurantes oficialmente vegetarianos em Teerã. Fora da capital, não conheço sequer um estabelecimento com foco 100% vegetariano.
No entanto, pizzarias e restaurantes italianos pelo país sempre tem no menu uma opção sem carnes (geralmente com pimentões, tomates, e muito cogumelo - paixão nacional). Com sorte o viajante pode encontrar algum dos poucos pratos iranianos sem carnes em algum restaurante tradicional (veja a postagem já citada!). Ter um guia turístico ao longo da viagem ajuda neste grande desafio de evitar carnes neste país tão carnívoro.


"O vegetarianismo está crescendo em popularidade entre as pessoas mais intelectuais de Teerã e culminou na criação da Sociedade Iraniana de Vegetarianos - Iranian Society of Vegetarians (www.iranvegetarians.com). Mas para a maioria dos iranianos, vegetarianismo continua a ser um conceito estrangeiro."
Fonte: Lonely Planet Iran 2012

Restaurantes Vegetarianos em Teerã:


Coffee Shop & Vegie Restaurant of Iranian Artists Forum
Website: http://www.govinda-veg.ir/
Park-e Honar Mandan, Baroroushan St, off Iranshahr Ave.
Tel: 8830 3266
Restaurante 100% vegetariano junto ao Forum dos Artistas Iranianos, onde sempre há alguma exposição acontecendo.O restaurante fica no próprio parque (Park-e Honar Mandan) e serve pratos típicos iranianos, como os famosos cozidos ("khoresht").

Ananda Vegetarian Restaurant and Coffee Shop
South Ekhtiyarieh St., off 10th Behestan St., off Pasdaran St.
Tel.: 2255 6767
Restaurante também associado ao Iranian Society of Vegetarians, garante que não haverá resquícios de carne em qualquer dos pratos servidos.

Pasta Charmy's
Website: http://www.charmizpasta.com/
2 Alborz St., off Hafez St.
Tel: 6646 0839


Dicas emergenciais aos vegetarianos:

Dica 1: o café da manhã iraniano é normalmente bem vegetariano. Raramente são visto presuntos, até porque estes são caros (para o médio iraniano) e não são feitos de carne de porco (proibido pelo islã): são normalmente de frango. Aproveite para fazer uma bela refeição com pães, ovos, queijos, tomate, pepino e geleias (normalmente de cenoura). Com sorte seu hotel ainda oferecerá alguma fruta no café da manhã, mas isso é bem raro.

Dica 2: o Irã é o paraíso das nozes e frutas secas. Tenha sempre a mão: castanhas, pistaches, tâmaras, damascos e figos (entre MUITAS outras variedades) para beliscar. Não há melhores que as do Irã e são muito baratos!

Dica 3: se você chegou em uma vila e só encontrou kebaberias (fato não difícil de acontecer em pequenas cidades), acalme-se. Peça uma salada (tipos: salade shirazi, salade fasel, salade marzus), um iogurte (most) e um arroz (berenj) ou pão (nun). Conforme-se com este almoço leve e alegre-se por serem itens que quase 100% das kebaberias oferecem.

Dica 4: muitos bazares (mercados) possuem lanchonetes que fazem sanduiches de falafel. Não é comida típica iraniana e estes locais nem sempre são dos mais limpinhos, mas pode quebrar um galho e ser até saboroso. Eu já comi, gostei e não morri. ;-)

Dica 5: toda cidade (que não seja uma vila) tem fast-food com pizzas. Iranianos adoram pizza! Neste locais é muito comum encontrar pizzas vegetarianas, com grande foco em cogumelos.


Lanchonete no Bazar de Tajrish (Teerã) especializado em falafel.

28 de setembro de 2013

Crime sério no Irã: derrubar árvores!



Assunto sério no Irã é o cuidado que o país tem com seus jardins, parques e árvores.

Derrubar uma árvore é crime e para não pagar multas altas, deve-se requerer autorização prévia das autoridades para cortá-las. Por isso, não é difícil encontrar ruas asfaltadas com árvores enormes crescendo no meio da pista. Alguns casos chegam ao fanatismo: ruas que só passam carros de pequeno porte porque uma árvore no caminho "engordou" demais o tronco...

As árvores, especialmente os plátanos (majoritariamente plantados na época do Xá), salvam o transeunte do calor extremo do verão. Além disso, embelezam a cidade, escondendo as enormes construções, muitas de gosto duvidoso, que se espalham de forma desenfreada pela capital.

Gosto das ruas de Teerã particularmente na primavera e no outono. A primeira com o verde ainda novo e brilhante, e a segunda com a força dos diversos tons de laranjas e amarelo.

Para manter esta floresta plantada pelo homem, as montanhas no norte de Teerã fazem o papel de grande "estoque de água" para sua irrigação. No inverno os picos da cadeia de montanha Alborz, de 2 a 4 mil metros de altura, se "abastecem" com neve. No verão a água do degelo é levada pelos milhares de quilômetros de canais construídos de forma engenhosa pelo homem: o declive da cidade proporciona o transporte natural da água pela força da gravidade. Canais idênticos e com a mesma função encontrei em Mendoza, na Argentina.

O Irã não é exemplo de ordem social e tem muito ainda a evoluir em termos de leis a serem respeitadas (especialmente em relação ao trânsito - leia aqui), mas é certo que algumas questões parecem estar mais avançadas, como estas das árvores. Quem deixaria de cortar uma árvores no Brasil com medo da multa?

Estradas são "divididas" por árvores.



Prédio recém construído aguarda liberação há semanas para cortar 2 árvores que ficaram bem em frente ao portão da garagem.

21 de setembro de 2013

Gatos persas



Gatos curtindo um sol ao lado de painel de azulejos persas.

Não há dúvidas que no Oriente Médio há uma grande população de felinos. Eles estão presentes em grande quantidade nos países islâmicos, dividindo a população (de humanos) entre os que os adoram e os que os odeiam.

No Irã isso não seria diferente e eles são lindos e gordos! O alimento a eles é dado pela própria comunidade voluntariamente ou involuntariamente, pelas lixeiras fartas de comida desperdiçada. Tradicionalmente, os pratos iranianos são enormes e com muita carne. Dificilmente iranianos dividem seus pedidos nos restaurantes (é tradição ter fartura) e o desperdício diário é de toneladas de alimentos. Assim, não é raro ver gatos pulando para dentro e para fora das lixeiras das ruas. Eles fazem a festa comendo do melhor: kebab!

A raça de gato persas é originária do Irã. Pêlos longos e macios são a característica mais presente. Já a cara achatada e o nariz minúsculo, não é tão evidente nos gatos de rua do Irã, pois é resultado de alteração genética da espécie pelos Europeus.

No islamismo, os gatos são bem vindos e apreciados (pela maioria dos muçulmanos), pois Maomé tinha um gato de estimação que muito adorava e seu nome era Muezza. Já o contrário acontece com os cães, especialmente os de cor preta, que seriam o diabo na forma de animal. 

Os poucos cães que vi no Irã, ou pertenciam a famílias iranianas mais ocidentalizadas ou eram cães de pastoreiros, em vilas remotas do país. Nenhum da cor preta foi identificado por mim até o momento em território muçulmano.


Pelos longos são uma das características marcantes dos gatos do Irã.
Gatinha persa no tapete persa.

Gatos persas famosos:

Garfield
Snowbell (desenho do Stuart Little)


Abaixo compartilho um lindo clipe com fotos e imagens do Irã, e com pinceladas de gatinhos persas.


14 de setembro de 2013

Kashan - a capital das casas tradicionais persas



Uma casa tradicional persa vista de fora decepciona a qualquer um. Não há nada para se ver, exceto paredes altas e sem janelas, e no máximo uma porta interessante.

É de costume persa esconder o que se tem de bonito. É também a justificativa para o uso do chador, a vestimenta mais religiosa, que cobre a mulher da cabeça aos pés por um lençol normalmente de cor preta: "a beleza das mulheres deve ser preservada dos olhos de estranhos" - dizem os mais conservadores.

Assim são as casas: o que há de bonito você vê por dentro. Normalmente as casas são amplas e com salas de visita enormes para fazer as recepções. Há também jardins internos com chafarizes e plantas/ flores. Os quartos normalmente ficam com as portas de acesso para estes jardins. Arcos ligam as colunas e janelas com vitrais coloridos cuidadosamente cortados dão mais um acabamento ao cenário. Dizem que estes vitrais coloridos espantam os insetos... Não consegui comprovar a teoria, nem entender a lógica. Mosquitos tem medo de cor?

Kashan é uma cidade no Irã com muitas destas casas tradicionais para serem visitadas. Elas foram construídas no século XIX, durante o reinado Qajar e do grande enriquecimento de comerciantes da região. Para quem gosta de arquitetura persa este é o local a ser visitado.

São inúmeras casas magníficas e muitas começam a ser restauradas. Há uma casa de de pequeno porte (1 pátio) finalizada e disponível para ao viajante como hotel: o Manouchehri hotel. A maior de todas as casas tradicionais, de nome Ameriha, está em fase final de conclusão: com 8 pátios, será certamente o melhor hotel boutique do Irã. O arquiteto Amir Anoushfar mostrou-me recentemente fotos do andamento das obras e muito otimista disse-me que espera inaugurar o hotel em até 3 meses. Veja o vídeo com o depoimento dele e imagens desta magnífica casa:


Outras atrações da cidade de Kashan são o enorme jardim Persa tombado pela UNESCO (o Bagh-e Fin), o Bazar, o um site arqueológico dos mais ricos do Irã ainda em andamento nas descobertas (Tappeh-ye Seyalk). Peças de mais de 4 mil anos A.C. estão sendo achadas no local e distribuídas para museus do Irã e até do Louvre em Paris.

Corredores do bazar de Kashan.

Teto do principal caravanserai do bazar de Kashan.

Vários antiquários vendem peças maravilhosas. O problema é garimpar e identificar o que é bom debaixo da poeira.


Onde se hospedar:

Manouchehri House - uma casa tradicional renovada com muito bom gosto para servir de hotel. Há um cinema construído na antiga cisterna da casa, uma gift shop e uma sala com teares enormes com artesãos tecendo panos de com fios de seda e de ouro. Tudo muito fotogênico. O restaurante do hotel também serve refeições para quem não está hospedado, mas faça uma reserva antes para que possam preparar a tempo os pratos mais sofisticados da culinária Persa.

Pátio interno do Manouchehri House.


Cidade subterrânea:

Nas proximidades de Kashan, na pequena cidade de Nushabad, há outra atração a ser visitada: uma cidade subterrânea construída pelos Persas para abrigar / esconder a população da invasão Mongol no século 13. Faz apenas 10 anos que o local foi descoberto e foi aberto ao público há apenas 5. Segundo um guia local, são 4 quilômetros de corredores subterrâneos, ligando diversos quartos, cisternas e banheiros. Além disso, foi construído com uma complexa rede de passagens interligando 3 diferentes andares com armadilhas para eventuais invasores! O acesso a esta cidade subterrânea se dava por diversas passagens existentes em algumas casas e locais de encontro da população.

Dica: Infelizmente, o acesso aos turistas é apenas em parte da cidade subterrânea e os guia locais falam somente farsi. Contrate um guia com antecedência para ter explicações mais detalhadas sobre o local.

Uma das entradas para a cidade subterrânea de Nushabad.

Uma longa escada leva os visitantes para as galerias subterrâneas.

No subterrâneo, corredores longos ligam quartos, banheiros e saídas diversas.


Em Nushabad, há também uma antiga fortificação para ser visitada.



7 de setembro de 2013

Abyaneh



Abyaneh é um dos destinos "out of the beaten track" no Irã.

Esta cidade (ou melhor vila), fica nas montanhas no caminho entre Esfahan e Teerã. A estrada apesar de estreita é asfaltada e o viajante passa pelas amedrontadoras instalações de Natanz, onde está um dos complexos de desenvolvimento de energia nuclear do Irã. Em hipótese alguma deve-se bater fotos deste trecho para não correr o risco de prisão ou penas ainda piores por acusação de espionagem.

Ok, então passado este pedaço de tensão política que está no caminho, você chega a Abyaneh, uma vila com moradores em extinção. Devido ao tamanho da cidade e ao isolamento, os jovens não moram mais no local, pois saíram em busca de educação e emprego. As poucas pessoas que ainda habitam Abyaneh estão, em sua grande maioria, acima de 60 anos segundo um dos locais me disse.

No entanto, nos finais de semana, é possível ver a cidade agitada: descendentes do local e turistas iranianos divertem-se vestindo as roupas típicas da vila e passeando pelas ruelas e casas típicas. Mulheres vestem saias até os joelhos, e blusas coloridas e brilhantes. O véu é geralmente com estampas de flores grandes. Já os homens usam calças largas, coletes grossos e chapéus. Em dias muito quentes, no entanto, os homens limitam-se apenas às calças típicas, aderindo às camisetas normais para não passar demasiado calor.

A cidade vista de longe tem a cor vermelho amarronzado. As casas são feitas com uma mistura de barro, pedras e palha, criando uma consistência forte, estudada por engenheiros de outras localidades.

Não há muitas atrações no local fora a vila, os trajes típicos e trilhas no entorno, mas vale um pernoite para passear e descansar.


Casas tradicionais.

Trajes típicos femininos.

Trajes femininos e rapaz com calça tradicional.


Corredores da cidade de Abyaneh.

Vista da cidade.

Trilhas nos arredores de Abyaneh.



Dicas de hotéis: há apenas duas opções de hotéis na região.

Viuna Hotel (casa tradicional) - www.viunahotel.ir
Abyaneh Hotel - www.hotelabyaneh.com

Hotel Abyaneh
Hotel Viuna

31 de agosto de 2013

Comer, Rezar e Amar: tudo em Bali



A escritora do livro "Comer, Rezar e Amar", viajou por 3 países para comer bem, meditar e achar um amor. Viajou pela Itália, India e Indonésia (Bali) respectivamente para ter estas experiências. Bali foi seu último destino, quando então deve ter percebido que as 3 práticas poderiam ter sido feitas neste único lugar.

Contrariando a maior parte da Indonésia que é muçulmana, Bali tem 95% da população Hindu. Seus templos, idênticos aos encontrados na India, estão espalhados por toda a ilha, no centro urbano de Kuta e nas áreas rurais junto aos arrozais e às praias mais desertas. Oferendas aos Deuses são vistos por todos os lugares e não somente nos templos: dentro dos carros, na entrada de estabelecimentos comerciais, nas ruas. Flores, incenso, velas e alimentos fazem parte do "kit". E os Deuses são dos mais diversos. Alguns assustadores...

Comer em Bali é mais um atrativo. Que comida deliciosa! Muitos sabores e acessível para os paladares mais sensíveis: não há muita pimenta! Pergunto-me por que será que a comida Indonésia não é tão famosa como a da India e a da Tailândia?! Seria falta de marketing?

Ao viajante aconselho não se assustar com as primeiras horas na ilha de Bali. O aeroporto fica logo ao lado do grande agito urbano da ilha e o tráfego de motos e carros pelas ruas estreitas pode assustar bastante. Para quem quer sossego e meditação, sugiro evitar os bairros de Kuta e Seminyak.

Bali tem opção para todos os gostos, desde uma vida noturna intensa com bares e boates, a yoga, massagem e esportes na natureza (surfe, mergulho, rafting, ciclismo e caminhadas). Um belo vulcão emoldura milhares de campos de arroz no interior da ilha, onde é possível ficar longe do agito de Kuta.


Terraços com os campos de arroz.

Templo Puna Tanah Lot.
Bares na praia criam um ambiente descontraído com pufes coloridos e música ao vivo.

Praia de Kuta/ Bali.

Oferenda aos Deuses nos táxis de Bali.



Dica 1 - restaurante:

Sate Bali - Jl Laksmana, Seminyak.
Lugar simples, com pratos baratos. No entanto, a grande pedida do local é o "set menu", com uma dezena de pratos de degustação para você se deliciar e ter uma vasta idéia do que é a culinária indonésia. No local eles também oferecem cursos de culinária.

Menu degustação do restaurante Sate Bali.

Dica 2 - destino alternativo:

Escolha bem o que deseja e procure o melhor lugar em Bali com o seu perfil. Depois, querendo um paraíso ainda não massificado pelo turismo, pegue um vôo para Timor Leste (ida e volta em torno de 150 dólares) que fica a poucas horas de Bali. As duas companhias aéreas que operam a rota são: Merpati e Sriwijaya.
Leia informações sobre o país neste mesmo blog!


28 de agosto de 2013

Desmistificando Irã e iranianos através do Facebook



Há várias comunidades no Facebook que publicam fotos lindas e surpreendentes do povo iraniano e de seu país. Para quem quer receber no feed de notícias novidades diárias sobre o Irã, recomendo assinar as seguintes comunidades:

Explore de Beauty of Iran - https://www.facebook.com/explorethebeautyiran

Humans of Tehran - https://www.facebook.com/HumansOfTehran
Website: http://humansoftehran.org/

Sex and Fessenjoon - https://www.facebook.com/sexandfessenjoon
Website: http://sexandfessenjoon.com/


E para polemizar, seguem links também de comunidades de jornalismo e política. A existência destas redes sociais é um dos motivos para a internet no Irã ser tão ruim:

Tehran Bureau - https://www.facebook.com/tehran.bureau
Secular Democracy & Human Rights For IRAN - https://www.facebook.com/IranNewsFlash
Free Iran - https://www.facebook.com/FreeIranWave
No to sanctions or war against Iran - https://www.facebook.com/NotoSanctionsorWarAgainstIran
Iran Loves Israel - https://www.facebook.com/IranlovesIsrael.OfficialPage
Israel Loves Iran - https://www.facebook.com/israellovesiran


24 de agosto de 2013

Eventos esportivos promovem Timor-Leste!



Fiquei impressionada com o planejamento e organização de eventos esportivos internacionais no Timor-Leste. Há eventos para todos os gostos. Que ideia sensacional para promover o país e atrair turistas!
Para quem é turista/ esportista, vale a pena programar as férias para estar presente em uma destas competições.

Dentre os muitos eventos, destaco:

Tour de Timor
www.tourdetimor.com

Considerada uma das provas mais difíceis do mundo, devido às montanhas e terrenos acidentados.

Distância: de 420 a 450 km (o percurso muda todo ano)
Quando: setembro
Tipo de bicicleta: mountain bike
6 dias de competição (média de 70 km por dia)
Prêmio: US$ 100.000,00 em diversas categorias.
Inscrição: US$ 600,00 (fornecido alojamento e alimentação aos atletas)



Maratona de Dili - "City of Peace Marathon"
www.dilimarathon.com

Distância: obviamente 42 km, mas há outras categorias de 21 e 7 km.
Quando: Junho
Prêmio: US$ 32.000,00 (US$ 5 mil para o primeiro homem e primeira mulher a chegar)
Inscrição: US$ 70,00



Sail Timor Leste Festival - Darwin Dili Yacht Rally
www.sailtimorleste.org

Distância: 425 NM
Percurso: de Darwin (Austrália) a Dili (Timor Leste)
Quando: Julho



16 de agosto de 2013

Paraíso do mergulho


Timor Leste é o verdadeiro paraíso para os amantes do mergulho, graças a suas águas mornas e profundas, seus recifes intactos, sua vida marinha não explorada e a localização no Triângulo de Coral, na Ásia. A prática de pesca com explosivos (realizada na Indonésia em tempos sem preocupações ecológicas) não aconteceu em Timor, pois armas e pólvora eram controlados durante as guerras no país.

Há várias empresas em Timor Leste que oferecem cursos/ expedições de mergulho e os preços são bem razoáveis.

Melhor época: o ano inteiro, com melhor visibilidade entre maio e novembro (época seca), quando a visibilidade é de cerca de 20 a 35 metros! Na época de chuvas (dezembro a abril), a visibilidade varia entre 15 a 20 metros. A temperatura da água flutua sempre entre 26 e 28 graus Celsius.

Melhores lugares para mergulho em Timor Leste:
  • Tasitolu
  • Dirt Track
  • Manta Cove


Melhores tipos de mergulho:
  • Barco - especialmente no entorno da ilha Atauro.
  • Costa - muitos locais de mergulho são acessíveis pelas praias do norte.


Websites para mais informações:

Águas limpas e areia branca para um bom mergulho!




10 de agosto de 2013

Roteiro turístico para Timor Leste - principais atrações


A capital Dili provêm de diversos hotéis já disponíveis para reserva através de sites como o Booking.com. As demais cidades possuem alojamentos mais simples no estilo "pousada", como os locais mesmo chamam e precisam ser reservados por telefone ou através de uma agência de viagens local.

Em 10 dias é possível conhecer os principais pontos turístico do país.
Segue uma sugestão de roteiro para Timor Leste:

2 dias: Dili. Visita aos museus, passeio pela orla, compras de artesanatos locais.

3 dias: tour pela costa norte em direção ao Leste.
    Pernoite na primeira noite na cidade de Com (http://www.combeachresort.com/).
    Segunda noite na praia de Tutuala, em frente a paradisíaca ilha de Jaco (acesso via lancha de pescadores).
    Almoço na ida e volta na cidade de Baucau, a segunda maior cidade de Timor Leste (restaurante com comida portuguesa: http://pousadadebaucau.com/).
    Observação: este trajeto requer um carro 4x4.

2 dias: ida até a cidade de Maubisse (pernoite na pousada portuguesa) e subida a maior montanha do Timor Leste (Mt. Ramelau) com quase 3 mil metros de altitude para o amanhecer ou pôr do sol.

2 dias (ou mais): relaxe na ilha de Atauro em um dos eco-lodges locais (http://www.atauroisland.com/ ou http://www.barrysplaceonatauro.com/).

Pousada de Baucau com ótimo restaurante português.

Ilha de Jaco (Jaco's island) - sagrada pelos timorenses: não há construções no local e ninguém pode pernoitar.
O acesso é feito com os barcos dos pescadores (6 dólares ida e volta).

Casas típicas do Timor-Leste. Altas para prevenção de enchentes e entrada de animais (observe as proteções redondas e brancas nos pés das casas: são para os ratos não subirem).



Agência de turismo para contratar tours:
http://www.ecodiscovery-easttimor.com
http://eduardomassa.tripod.com/


Websites com informações sobre o país:
www.tourismtimorleste.com
www.cultura.gov.tl
www.amrtimor.org
www.etan.org

3 de agosto de 2013

A dama de vermelho de Teerã



Pintura de Leila Abdi - Ferdowsi Red
Todos os dias, por 2 décadas, Yaghoot aparecia de manhã cedo na praça Ferdowsi (Teerã) e por lá ficava até o pôr do sol. Era notada por todos, não somente por sua constância no local, mas pelo seus trajes: Yaghoot ia sempre toda vestida de vermelho. Roupa, sapatos e sua bolsa eram vermelhos, e também carregava em suas mãos uma flor vermelha. Dizem que era uma rosa. Esta senhora tornou-se quase uma lenda na capital Persa, e muitos se questionavam o que fazia esta mulher vestir-se de tal forma e aparecer sempre no mesmo local com esta estranha aparência.

Apenas os iranianos acima dos 40 contam esta história com detalhes, pois a famosa e misteriosa senhora era vista em Ferdowsi nas décadas de 60 e 70. Dizem que desapareceu poucos anos depois da revolução islâmica. Ninguém sabe ao certo.

Quando ouvi esta história pela primeira vez, a explicação dada era que estava ali a espera de seu amor, que a reconheceria de longe ao notar suas vestimentas vermelhas. Esta espera diária e por tanto tempo, tornou-a para muitos um símbolo do amor, para outros, um símbolo da loucura, talvez também pelo amor ou por outra razão qualquer. Seja como for, é uma história que instiga a imaginação por ser real. Aconteceu!

O descritivo desta mulher estranha me cativou desde o momento que me relataram pela primeira vez. Vários iranianos contam-me diferentes detalhes de sua personalidade e de suas intenções. A explicação para sua atitude depende de cada um e para sempre será um mistério.

Certa ocasião, em visita a casa de um casal de artistas, bati o olho em um lindo quadro vermelho. A inspiração veio desta lendária história, contou-me a artista. Não tive dúvidas e comprei a obra. Hoje o quadro está em minha sala, inspirando e me intrigando. Quem era ela? E por que se vestia de vermelho?

Abaixo compartilho uma entrevista do cineasta iraniano Mohammad Hosseini, que fez um "experimento", colocando atrizes iranianas vestidas de vermelho na praça Ferdowsi. Isso aconteceu em 2011, aproximadamente 30 anos depois da última aparição da verdadeira dama de vermelho...




Reportagem da France 24, sobre a Dama de Vermelho e o experimento de 2011 da praça Ferdowsi: clique aqui.

29 de julho de 2013

Onde o sol nasce



Timor Leste, East Timor, ou para os mais poéticos, Timor Lorosai, que significa: "Onde o sol nasce".
Este foi o meu destino mais surpreendente dos últimos meses de viagem.
Hoje, nesta meia ilha, o sol nasce calmo sobre as águas azul turquesa que circundam este pedaço de terras verde. Por centenas de anos não foi assim.

Amanhecer do sol na praia de Tutuala, extremo leste de Timor-Leste.

Este povo foi por mais de 400 anos colônia de Portugal. Durante a segunda guerra mundial, foi invadido pelo Japão, que ocupou a ilha por 3 anos. Após a guerra, voltou a ser governado por Portugal que concedeu a independência em 1975. No entanto, apenas 9 dias depois, Timor Leste foi invadida por forças da Indonésia. Lutas foram travadas por quase 30 anos na tentativa de reaver o direito de Independência. Foi apenas em 2002 que este sonho de liberdade e autonomia finalmente se concretizou.

Vigia construída pelos japoneses durante a segunda guerra mundial.


Infelizmente, ou felizmente, a fama de país em guerra não tem atraído muito turismo para o Timor. O ponto positivo é que o desenvolvimento turístico com grandes empreendimentos caminha a passos lentos, mantendo as praias e florestas virgens. E o povo saúda o visitante sem segundas intenções.

Búfalos são muito vistos na ilha.
Oitenta por cento da população vive em áreas rurais. Viajar pelo país é como estar constantemente passando por sítios do interior do Brasil, com galinhas, porcos, cachorros, gado e búfalos atravessando a rua. Atropelar um destes animais não é difícil. Ocorrendo a tragédia, o motorista deve se desculpar muitíssimo com o dono do animal e uma negociação de quanto será a indenização será travada. Espere pagar as seguintes quantias para cada tipo de animal atropelado:

galinha - US$ 20
cachorro - US$ 10 a 20
porco filhote - US$ 20
porco adulto - US$ 100
cabra - US$ 200




Os preços são mesmo em dólar, pois o país ainda não tem moeda própria. Apenas as notas americanas emitidas depois de 2006 são aceitas. Qualquer nota de dólar produzida em ano anterior a 2006 é recusado. E para facilitar o troco, o governo Timorense produz as moedas de centavos.

Moedas produzidas em Timor-Leste.


Religião é outra curiosidade no país. Oficialmente, 95% da população é católica, mas os timorenses também acreditam em animismo paralelamente. Por exemplo, os crocodilos são considerados deuses e portanto não são mortos. Fique atento na hora de banhar-se em rios, pois estes "Deuses" estão muito presentes nestes locais.

LENDA: Há uma lenda local muito popular. O primeiro homem criado por Deus navegava sobre as costas de um crocodilo procurando terras para se instalar. Navegaram juntos por diversos mares. Não encontrando as tais terras, o crocodilo teria se oferecido para se transformar no que o homem procurava. Então se transformou na ilha de Timor-Leste.

No extremos leste da ilha de Timor, o formato das montanhas é atribuído a cabeça do crocodilo que se transformou em terras para os primeiros homens.


O verde e o azul de Timor-Leste!

22 de julho de 2013

Glossário básico para ir ao Irã: para não passar vexame!



É frequente ouvir dos guias turísticos iranianos que muitos turistas vem ao Irã sem um conhecimento básico de termos e fatos históricos, o que acaba por prejudicar a viagem destas mesmas pessoas. Conhecer um pouco do país, ajuda no entendimento dos diversos monumentos, palácios e artefatos.
Assim, segue abaixo um glossário para o turista desinformado aproveitar mais a viagem e não passar vexame:
  • Império Aquemênida (primeiro império Persa) - este é o básico dos básicos. Vir ao Irã e não saber que o Irã era a Pérsia e que seu império foi um dos maiores do mundo (o maior em termos de porcentagem populacional: 44% da população mundial da época) é inaceitável. O império Persa foi fundado em 550 a.C. por Ciro, o Grande.
  • Ciro II, ou Ciro, o Grande - fundador do império Persa, é considerado o grande líder do império por seus atos humanos. Dominou povos através de acordos, não assassinou líderes de outras tribos e até nomeava antigos inimigos em cargos públicos.
  • Dário I ou Dário, o Grande - sucessor mais importante de Ciro II (houveram 2 antes). Foi sob seu reinado que o império tomou as maiores proporções. Construiu Persépolis, hoje o maior sítio arqueológico persa a ser visitado no Irã.
  • Xerxes I, ou Xerxes, o Grande - filho de Dário I.
  • Dario III - bisneto de Dario II. Foi derrotado por Alexandre, o Grande, conquistador grego que saqueou e pôs fogo em Persépolis.
  • Minarete - Torres das mesquitas, usadas para anúncio das 5 rezas diárias.
  • Persépolis - era uma das capitais do antigo império Persa e usada principalmente para as celebrações da chegada da Primavera, ou ano novo Persa (que acontece em março). Persépolis foi declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO em 1979 e é o mais importante sítio arqueológico de Irã.
  • Pasárgada - Primeira capital do império Persa e construída por Ciro, o grande. Foi tema de um dos poemas famosos de Manual Bandeira: Vou-me embora pra Pasárgada.
  • Xá (em inglês: Shah) -título dado aos antigos reis da Pérsia e da India. O último xá do Irã foi o Mohammad Reza Pahlavi, expulso do trono pela Revolução Islâmica.
  • Revolução Islâmica - foi um movimento popular para derrubar o xá que reinava na época. A revolução ocorreu em 1979 e instaurou um regime islâmico no Irã.
  • Qajar - anteriores a dinastia dos xás, a era qajar perdurou de 1785 a 1925. A figura dos qajares é ostentada em diversos artefatos e nas artes. Por terem reinado antes da última dinastia (a dos xás), eles não são vistos com ódio como os últimos reis.
  • Caravanserai - antigos abrigos da rota da seda. Eram fortalezas onde as caravanas podiam se abrigar do frio e tempestades com seus animais e mercadorias. Os caravanserais foram os primeiros "hotéis" de viajantes que se tem notícia.
Caravanserai Zein o Din, perto de Yazd. Renovado e hoje novamente usado como hotel.



Glossário de termos religiosos:
  • Aiatolá - o mais alto título na hierarquia religiosa xiita. Para chegar a este título, o muçulmano leva anos estudando a jurisprudência das leis islâmicas para então poder orientar seus seguidores sobre as leis aplicadas aos dias atuais.
  • Mulá - homens muçulmanos, formados em teologia e leis islâmicas.
  • Xeque, ou xeique, ou sheik - outro título para os estudiosos do islamismo. 
  • Imam - principais líderes islâmicos depois de Maomé. No xiismo imamita foram 12 os imans após Maomé (crença dos líderes da República Islâmica do Irã). Há outras vertentes como a ismailita que acreditam terem sido apenas 7  imans - os primeiros da lista de 12 e ainda os que acreditam terem sido apenas 5, os zaiditas.
  • Zoroastrismo - primeira religião monoteísta do mundo e que influenciou religiões posteriores como o cristianismo, judaísmo e islamismo. As 3 bases da religião são: bons pensamentos, boa fala e boas ações; seguindo estes preceitos alcançarás Deus.
  • Zarathustra - nascido na antiga pérsia e fundador da religião zoroastra.
  • Zigurate - construções maciças com vários andares similares às pirâmides do Egito, mas feitas com o propósito de serem templos religiosos. Os zigurates deram origem à lenda da torre de Babel, por serem construções tão altas para a época que diziam que alcançaria Deus.
  • Islamismo - religião oficial e predominante no Irã. Há várias vertentes, dentre elas o Xiismo (mojoritário no Irã) e o Sunismo (majoritário nos países árabes).


É importante que o viajante também tenha conhecimento que o Irã é e foi berço de centenas de poetas idolatrados por seu povo. O túmulo dos poetas é atração para ser visitado: além de bonitos (em meio a belos jardins), são visitados pelos iranianos que fazem questionamentos a eles como se fossem santos. A pergunta é feita em sigilo pessoal (entre a pessoa e o poeta). O iraniano, então, de posse de um livro de poemas do poeta o abre em uma página aleatória: nos versos estará a resposta para suas dúvidas.
Nomes de alguns dos poetas famosos:
  • Ferdosi (940 - 1020): um dos mais famosos do Irã, escreveu o "Livro dos Reis" ou "Shahnameh" um poema com 60.000 estrofes de 2 versos e que levou cerca de 30 anos para ser concluído. Além de relatar a história persa desde os tempos mais remotos até a invasão dos árabes, foi todo escrito em puro persa. Seu mausoleu fica na pequena cidade de Tus, perto de Mahshad.
  • Hafez (1325 - 1389): seu túmulo fica em Shiraz e é bastante popular entre os iranianos. Seus poemas são usados como ditados / provérbios nos tempos atuais. Também artistas utilizam de seus versos em músicas e pinturas (caligrafias, por exemplo).
  • Sa´di ou Saadi (1207 - 1291): conhecido também no ocidente, Saadi usava de aspectos sociais e morais em suas poesias. Seu túmulo também fica em Shiraz.

Túmulo de Hafez.

Complemente seu conhecimento com mais informações em: Equívocos quanto ao Irã.

12 de julho de 2013

Livros e filmes para desfrutar de uma Rússia com crítica e bom humor


Os livros e filmes abaixo são indicações para um divertimento pré-viagem à Russia. Não se trata de indicações de livros de história ou documentários, mas literatura e filme de diversão com pinceladas de conhecimentos de forma divertida.
Bom proveito!

Livros:

1984, de George Orwel. - retrata a vida dos personagens vivendo em um estado totalitário e repressivo, onde a verdade é "alterada" através da falsificação de documentos, reportagens e livros para que as pessoas estejam sempre de acordo com o governo. Foi escrito em 1948, e apresenta críticas subliminares ao comunismo e ao fascismo. O livro deu origem ao termo "Big Brother" e aos programas homônimos, retratando a vida das pessoas vigiada 24 horas por dia. 






 A Revolução dos Bichos - sátira infantil (os personagens são animais de uma fazenda), mas que retrata com seriedade os personagens como Lenin, Trotsky e Stálin na Revolução Russa e a forma de manipulação da informação. Divertido e realístico, podendo-se fazer diversos paralelos com os políticos de qualquer época ou país.

Com Vista para o Kremlin, de Vivian Oswald - Jornalista brasileira que morou na Rússia entre 2007 e 2009, conta ao leitor sua experiência de vida e suas análises políticas sobre o maior país do mundo. Além da parte histórica e política, apresenta informações divertidas e curiosas da personalidade russa.








Filmes:

Adeus Lenin - filme alemão. Aborda com bom humor a queda do comunismo na Alemanha e a consequência psicológica de uma senhora que entra em coma antes da queda do muro de Berlim (e da URSS) e que acorda em meio ao capitalismo.






Anastasia - filme da Disney que trata do caso da princesa Anastasia Romanova, que por décadas acreditou-se ter sobrevivido ao assassinato coletivo da família em 1918 pelos Bolchevistas. Hoje já se provou que todas as mulheres que diziam ser Anastasia eram impostora (foram várias!).
Os restos mortais de Anastasia encontram-se junto com os demais membros da família na catedral de SS Peter & Paul em Saint Petersburg (na ilha da Fortaleza de Peter & Paul).




Doutor Jivago - clássico da década de 60, a história do filme acontece em meio a revolução Russa e a 1a guerra mundial. Recebeu inúmeros prêmios, entre eles diversos Oscar em 1966 e o Grammy em 1967 pela melhor trilha sonora.
Related Posts with Thumbnails